A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 04/07/2021

Desde o século XIV, com a chegada da colonização portuguesa ao Brasil, cultiva-se a ideia de que nossos recursos são naturais e infinitos. Sob esse viés, é certo que a realidade vivenciada é antagônica à afirmação, ou seja, para ser recurso infinito, é necessário haver cuidado, todavia, o corpo social desconhece essa palavra. Nesse sentido, ao observar este impasse, sabe-se que ele está vinculado ao desmatamento ambiental e a lenta mudança na mentalidade social. Assim, hão de ser analisados tais fatores para que se possa liquidá-los de modo eficaz.

Em primeiro plano, é imperioso destacar as causas desta problemática. Com o advento da Revolução Industria, houve o aparecimento do consumo em massa, consequentemente, havendo uma catástrofe ambiental. Outrossim, o corpo social se torna o principal agente causador desta poluição vasta, pois há ausência de empatia entre as relações do homem e a forma como ele trata a natureza. Desse modo, é necessário ações para mitigar a vigência do problema.

Ademais, é fundamental a lenta mudança na mentalidade social como impulsionadora da adversidade. Nesse sentido, conforme o filósofo Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de pensar, ou seja, os indivíduos são altamente influenciados por uma sociedade intolerante, a qual rotula o meio ambiente como uma “paisagem”, termo ligado a apreço, sendo que, na verdade, as entidades não buscam zelar do bem-estar social de todos. Logo, é inadmissível que este cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso, é necessário que o Ministério do Meio Ambiente e da Secretaria de Meio Ambiente por intermédio de palestras e divulgações em mídias sociais, disponibilizem debates sobre conscientização e ações preventivas para haver um estímulo maior em relação aos cuidados a serem tomados. Além disso, irá favorecer um local limpo e saudável, livre de poluição e quaisquer malefícios que venham a ocasionar. Assim, se consolidará uma sociedade mais empática, fazendo um retrocesso ao século XIV, no qual, o Brasil possuía recursos infinitos, livre de degradações ambientais.