A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 14/07/2021
O filme “Wall-e”, que foi produzido pelo estúdio Pixar, tem como destaque em sua história o cenário, que é caracterizado por um planeta Terra inabitável por seres vivos, em virtude dos impactos ambientais provocados pela poluição. Analogamente, o Brasil e o mundo sofrem com desastres naturais ocasionados pela ação humana. Dessa forma, é necessário que políticas públicas sejam implementadas para que a população adote uma postura sustentável e promova, por consequência, a redução da destruição dos recursos naturais e uma melhor utilização da água.
Em primeira análise, é válido destacar que o desmatamento e a exploração em excesso da natureza está associada com o modelo de produção capitalista, que possue como único objetivo o lucro. De acordo, com uma nota realizada pela Greenpeace, no ano de 2020, o pantanal sofreu um aumento de 185% em relação ao ano anterior, sendo responsabilidade, em parte, dos métodos utilizados por agricultores no manejo da terra. Logo, com péssimas técnicas que visam apenas a lucratividade, a diversidade do local é ameaçada.
Ademais, existe uma falta de responsabilidade relacionada ao uso dos recursos hídricos. Em paralelo a isso, há uma da modernização do campo, que começou a se intensificar no século passado, por conta da revolução verde, porém os métodos utilizados, principalmente o de irrigação, exigem uma grande disponibilidade de água. Sendo assim, é fundamental que a sustentabilidade seja incorporada na produção alimentícia, como por exemplo, na construção de sistemas de reutiilização da água para irrigação de lavouras. Desse modo, com uma boa utilização desse recurso, é possível presevar o ambiente e ainda conseguir atigir o crescimento econômico.
Portanto, a falta de conciência ambiental é uma problemática que gera como consequência a devastação da natureza. Por isso, cabe ao Ministério do Meio Ambiente implementar um programa destinado aos pequenos e grandes agricultores, por meio da aplicação de palestras, minicursos e, por fim, realizar um incentivo fiscal destinado aos produtores que adotorem uma forma de produção sustentável; com o objetio de fomentar o conhecimento acerca da sustentabilidade e, principalmente, reduzir a destruição da natureza, visto que é necessário preservar recursos que são finitos e também são fundamentais para a existência da vida humana.