A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 09/08/2021
O filme Wall-E, de 2008, retrata a história de uma realidade distópica a qual é caracterizada pela poluição e os impactos ambientais causados pelos seres humanos à Terra. Distante da ficção, é fato que o cenário narrado na produção assemelha-se fortemente à conjuntura hodierna nacional por tratar acerca da falta de consciência ambiental do tecido social brasileiro. Fatores como a ausência de políticas públicas direcionadas ao meio ambiente e a falta de educação sobre a importância de preservação das questões ambientais são coeficientes marjoritários para a discussão da problemática. Dessa maneira, é pertinente o debate sobre os problemas da situação ambientalista do Brasil.
Precipuamente, é válido ressaltar a questão da defasagem de políticas ambientalistas no contexto tupiniquim. Consoante ao pensamento de Francis Bacon, célebre filósofo inglês, “Só se pode vencer a natureza obedecendo-lhe". Nesse sentido, A escassez de projetos de domínio governamental visando a conservação da fauna e flora brasileiras e a incidência progressiva de desastres ambientais revelam um panorama caótico de crise ambiental e desrespeito às leis que regem o meio natural. Desse modo, faz-se necessária a criação de projetos de vigilância e assistência à problemas do ecossistema brasileiro.
Outrossim, é importante destacar a insuficiência educacional sobre mudanças que prejudicam os conjuntos ecológicos brasilienses. Semelhante ao pensamento de Nelson Mandela, grande político da história africana, “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo". Nessa perspectiva, é incontrovertível que formatar um quadro de instrução e desenvolvimento sustentável é essencial para construir gerações conscientes e distantes de vieses consumistas. Assim, é indispensável adotar medidas de conscientização e sustentabilidade para mitigar o quadro corrente.
Destarte, é imperioso a tomada de soluções para amenizar o cenário atual. Visando a ampliação de políticas ambientalistas de caráter estadista, o Ministério da Saúde, órgão gestor das questões ambientais do país, deve implementar subsídios por meio de investimentos públicos para a preservação e diminuição dos impactos causados pelo agronegócio, por exemplo. Paralelamente, o Ministério da Educação, principal órgão responsável pela educação brasileira, deve consolidar em uma base curricular, por meio de reformas educacionais, matérias de contextualização e combate ao predatismo ambiental. Logo, com a adoção das medidas citadas será possível instituir uma consciência ambiental na nação canarinha e afastar-se da realidade retratada em Wall-E.