A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 08/08/2021
Apesar de o grande incêndio australiano ter ganhado foco da mídia em 2020, não foi o único, Amazônia e Pantanal também sofreram. Durante aquele ano, houve mais de 220 mil focos de incêndio, o maior número em décadas. Além disso, a imprensa brasileira dizia que o presidente Jair Bolsonaro negava esses problemas, agravando a situação. Portanto, é imprescindível a criação ou melhora da consciência ambiental brasileira.
As queimadas não são problemas atuais, desde o início da história humana ocorrem e só se agravam com o tempo. De acordo com o Inpe, o número de queimadas na Amazônia foi o maior desde 2007, ano que apresentou mais de 3 mil denúncias. Com o crescimento da agropecuária, a região do Arco do Desmatamento está se aproximando cada vez mais da Amazônia, que ameaçará ainda mais o bioma. Sendo assim, faz-se necessária a proteção deste ecossistema para preservá-lo.
Infelizmente, o descaso de autoridades em relação a esta problemática é grande problema. Tanto que o Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, que deixou o cargo em 2020, era membro da Sociedade Rural Brasileira, organização do setor pecuário. Também, esse ministro sugeriu ao presidente que mudasse as leis de proteção ambiental, deixando claro que a falta de consciência ambiental atinge o Brasil em níveis governamentais. Então, é imperiosa a mudança de pensamento daqueles no poder.
Por fim, para desenvolver a consciência ambiental no povo, são necessárias intervenções. Com o uso de drones e satélites, o Ministério do Meio Ambiente pode detectar a fronteira do Arco do Desmatamento e mobilizar tropas para proteger esta área à força com ajuda do exército. Para evitar mais figuras como o ministro Salles no poder, devem ser exigidos históricos de organizações às quais um fez parte. Assim, poderão salvar o que resta da fauna e flora brasileiras.