A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 09/08/2021

O ambientalista Ailton Krenak destacou: “Humanidade vive divórcio da vida na Terra.” Nesse sentido, a falta de consciência ambiental acarreta em diversos agravantes ecossistêmicos. Esse fato é intensificado pela supervalorização em questões econômicas em detrimento do meio ambiente e pela falta de cobrança fiscal de infrações. Portanto, mostra-se imprescindível a análise acerca do algoz.

É válido ressaltar, de início, que o desmatamento está entre os principais entraves ambientais correlacionados a economia. Sob essa ótica, Demócrito, filósofo grego, ilustrou:“O animal é tão ou mais sábio do que o homem: conhece a medida da sua necessidade, enquanto o homem a ignora.” Nesse cenário, a priorização econômica feita por entidades governamentais interferem na degradação do meio pela busca de recursos demasiada, o que faz com que o corpo cívico sinta a necessidade do excesso. Destarte, a influência economica é determinante para a nociva interferência ao ambiente.

Somado a isso, é fato que a fiscalização é essencial para a devida punição de possíveis infratores. Sob esse prisma, o ativista Mahatma Ghandi elucidou: “Seja a mudança que você quer ver no mundo.” Entretanto, tal referência não ocorre na prática visto que a estagnação fiscal e a impunidade ainda perpetuam em transgressões ambientais. Sendo assim, a ineficiência fiscal conciliada com a impunidade esclarecem a falta de consciência ambiental.

Cientes desses fatos, urgem-se medidas a fim de aumentar a conscientização acerca da natureza. Nesse contexto, é fundamental que o governo, através de comunicados e campanhas nas redes sociais, viabilize a informação e faça com que a população compreenda a importância do meio ambiente. Ademais, aumentar a pena de crimes ambientais e um maior investimento na fiscalização. Dessa forma, sera possível mentalizar na sociedade a importância da natureza e assegurar as devidas penalidades aos contraventores.