A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 23/08/2021
Na obra “Mona Lisa”, de Leonardo da Vinci, o pintor retrata o equilíbrio entre o homem e a natureza. Contudo, tal harmonia não é estabelecida na realidade brasileira, dado a falta de consciência ambiental no Brasil. Sob esse viés, o desmatamento e a poluição são exemplos dessa inconsciência. Ambos motivados pela ambição, a qual é sobreposta à sustentabilidade. Nesse âmbito, valores econômicos são estimados em detrimento à estabilidade do meio ambiente.
A princípio, com o advento da Industrialização brasileira, no século XX, a exploração de recursos naturais foi acentuada. Hoje, o uso abusivo da natureza persiste, a fim de otimizar a economia. Prova disso é a queimada de extensas áreas da Amazônia e do Pantanal, em 2020. Embora gere lucro, em um primeiro momento, o desgaste ambiental é negativo a longo prazo. Por exemplo, a floresta amazônica possui grande biodiversidade, devastar essa região é acabar com a diversidade de espécies. Em decorrência o escossistema é desequilibrado.
Além disso, a poluição gerada por empresas são maléficas ao meio ambiente. Isso porque os resíduos, muitas vezes, são despejados em locais inapropriados. Desse modo, conforme a terceira lei de Newton: “Toda ação corresponde a uma reação”, nesse contexto, a reação é o prejuízo bioecológico. Apesar de causar danos em diversas camadas ambientais, como ar, água e terra, essas atitudes são recorrentes e a política sustentável é abandonada.
Portanto, nota-se que a supervalorização de riquezas corrobora para a falta de consciência ambiental. Então, cabe ao Governo Federal reforçar leis acerca de questões ambientalistas, pois documentos oficiais possuem poder coercitivo sobre a sociedade. Isso deve ser feito por meio de fiscalizações regulares e aplicação de multas caso haja desrespeito à norma. Tal medida tem como objetivo proteger o meio ambiente e fomentar ações sutentáveis. Assim, um passo será dado em direção ao equilíbrio proposto por da Vinci em sua pintura.