A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 30/08/2021

A constituição federal de 1988, documentos jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6, o dever a proteção florestal como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase quando se observa a falta de consciência ambiental em questão no Brasil, dificultando, deste modo, a universalização desse dever social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorevem esse quadro.

Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o implemento de multas sobre o desmatamento. Nesse sentido, é preciso uma vigilância que garanta a da execução da ação supracitada. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o espaço ambiental, o que é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar a falta de investimentos na educação de qualidade como forma de criar mentes concientes e críticas sobre o assunto. Diante de tal exposto, é preciso que o governo garanta esse direito básico à todo cidadão. Logo, é indubtável dizer que esse cenário continua a perdurar.

Portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Governo Federal, juntamente com o Ministério da educação, dê a garantia de um bom desempenho estudantil para cada aluno, com materiais e bons profissionais, a fim de consolidar a criticidade com relação a preservação do meio ambiente, a começar com o meio infantil e juvenil. Ademais, viabilizar a segurança dessas ações. Assim, se consolidará uma sociedade mais sustentável ao ambiente, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.