A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 20/09/2021
Na série americana ‘‘The Good Place’’, produzida pelo streaming Netflix, mostra a protagonista, Eleonor, vivendo a vida após a morte, e não se identificando com o lugar que foi colocada, pois sempre foi uma pessoa perversa, como é apresentado momentos antes quando um jovem pede a ela um tempo para falar de questões ambientais e ela o humilha. Saindo dos limites ficcionais, tal como no seriado, hodiernamente, as pessoas não estão se importando com as catástrofes ambientais como deveriam, assim preocupando especialistas com o que pode acontecer nas futuras gerações. Tal cenário se intensifica, especificamente, por conta da negligência governamental e a ignorância de uma parcela considerável da população brasileira. A partir disso, verifica-se a necessidade de medidas para atenuar esse problema.
Perante esse problema, cabe discutir, primeiramente, que o descaso com o meio ambiente sempre esteve presente nas décadas passadas, contudo nos dias que correm, e com o atual presidente Jair Bolsonaro esse desmazelo está cada vez costumeiro. Ao dar uma entrevista no final do ano passado, o então chefe de Estado afirmou, sem provas, que ‘‘as queimadas na Amazônia podem ter sido provocadas por organizações não governamentais (ONG’s) com o objetivo de enviar as imagens para o exterior e prejudicar o governo’’. Isto posto, é notório a tentativa de encontrar alguma desculpa para justificar o pouco-caso e a má educação ambiental que o seu governo faz quando se trata desses tipos de questões. Diante disso, percebe-se que diversas consequências podem ser geradas a partir daí, como o desconhecimento de como preservar a natureza, os prejuízos pela falta de biodiversidade e os impactos para as gerações futuras. Sendo assim, torna-se comum visualizar no âmbito social brasileiro, notícias que retratem essa problemática.
Além disso, é perceptível a insipiência dos brasileiros, em não demostrar algum tipo de preocupação, e Sócrates uma vez falou ‘‘É mais rico aquele que se contenta com pouco, pois satisfação é a riqueza da natureza.’’ Entretanto, sua fala não é seguida por milhares, e se persistir dessa forma, acarretará em empecilhos inconcebíveis, e mais árduos para serem solucionados.
Fica evidente, portanto, que é lícito concluir que é preciso adotar um paradigma responsável para atenuar o problema. Assim, o Ministério do Meio Ambiente - como responsável pela proteção do meio ambiente -, deve criar medidas exequíveis com a liberação de verbas e investimento imediato, para amenizar os danos sofridos pela natureza durante os anos, a fim de possibilitar o bem-estar natural das pessoas posteriormente. Dessa maneira, dar-se-á o primeiro passo para mudar tal situação no Brasil.