A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 20/09/2021
A música do intérprete Luiz Gonzaga, “Xote Ecológico”, retrata como o planeta está sendo destruído, chamando mais atenção no seguinte trecho “Cadê a flor que estava aqui, poluição comeu… nem o Xico Mendes sobreviveu”. Análogo a obra, a realidade brasileira, a exploração ambiental sem pensar em sua preservação continua, se agravando a cada projeto de governo que não possui questões ambientais como o principal projeto. Nesse viés, o empecilho, que possui raízes na negligência estatal e nas consequências do sistema capitalista, é inconcebível e merece um olhar crítico.
Imprescindível frisar, a princípio, a importância da negligência estatal no impasse. Nesse cenário, segundo a Constituição Federal de 1988, artigo 225, afirma que, todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. Entretanto, a Constituição não é aplicada corretamente na prática, visto que, os governantes do Brasil continuam a desmatar a floresta amazônica, assim como leis ambientais flexíveis, a fim de privilegiar interesses econômicos e empresariais. Logo, faz-se necessário uma mudança administrativa e ideológicas, para assim, a Constituição finalmente seja vista na práxis. Outrossim, vale salientar a atuação capitalista no óbice. Nessa perspectiva, Durante a Revolução Indústrial, com a industrialização e o modo de produção em massa levou à urbanização, que, por sua vez, também provocou problemas relacionados à geração de resíduos sólidos (lixo), à ocupação desordenada do solo com desmatamento e impermeabilização, ao aparecimento de ilhas de calor. Decerto ao exposto, nos dias atuais tal práticas perpetuam, com intuito de gerar capital próprio e com o apoio midiático lançando cada vez mais produtos em destaques, a produção de objetos aumenta exponencialmente com a extraçãode matérias-primas e o acúmulo de lixo. Por fim, seria omisso afirmar a inocência do capitalismo no problema.
Portanto, percebe-se que são necessárias mudanças capazes de mitigar a vicissitude. Por isso, o Mistério do Meio Ambiente, em parceria com o Ministério da Educação, realizar palestras com profissionais em ecologias, chamada “como salvar o nosso planeta?”, para discutir ideias de energia sustentáveis e maneiras eficientes de reciclagem com aunos, da rede estadual e privada, em locais públicos como praças e teatros, com a finalidade de formar uma geração consciente do impacto que o consumismo da sociedade gera ao planeta. Dessa forma, terão assim, uma nação cônscio sobre os impactos ambientais.