A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 20/09/2021
A floresta tropical amazônica, maior do mundo, é uma das singulares riquezas ambientais brasileiras, um tesouro como este tem valoroso cuidado garantido pelo constituição brasileira, mas os recentes números em relação as queimadas na região expõe um cenário alarmante.
O Brasil é reconhecido mundialmente pela sua biodiversidade, de tal forma que a mesma é assunto de atenção para diversas potências econômicas e grupos ambientalista. A presença da ONG Greenpeace na amazônia, há mais de 20 anos, evidencia isto. O próprio país já foi exemplo entre muitos países no combate ao desmatamento, há na própria constituição brasileira um claro reforço na importância de agir para cuidar deste chamado “patrimônio natural da humanidade”.
Entretanto, recentes acontecimentos de visibilidade global apontam um decaímento na gestão destas riquezas naturais. A ONG Greenpeace, afirma que houve um aumento, em 2021, de mais de 38% de queimadas em relação a mesma época do ano passado. No mesmo ano, a histórica queimada no pantanal destruiu cerca de 261 mil hectares segundo a rede de jornalismo globo. Tal cenário mostra-se como resultado da atual gestão de governo do presidente Jair Bolsonaro, que durante uma reunião na ONU, negou claramente a severa situação, apontando um verdadeiro descaso com a preservação ambiental e com a ciência, como já fizera em outros discursos.
Portanto, perante a um Brasil que precisa voltar a investir em preservação ambiental, é necessário que, conforme a constituição, leis sejam elaboradas pelo poder legislativo, de forma a exigir dos eleitos presidentes, um plano que vise investimentos durante seu mandato no campo do combate ao desmatamento ilegal e a preservação das riquezas naturais.