A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 09/10/2021

Na mitologia grega, Sísifo foi condenado a rolar uma enorme pedra morro acima eternamente. Todavia, era vencido pela exaustão, Sísifo deixava a predra voltar ao inicio. Esse mito é semelhante à sociedade brasileira uma vez que o problema sempre se repete por apresentar, negligência governamental, além da excassa educação ambiental.

Em primeira análise, é crucial pontuar sobre o negacionismo e desinteresse governamental ampliando os problemas em questão ambiental no Brasil. Nessa perpesctiva, Thomas More, em sua obra “Utopia”, retrata um mundo ausente de problemas e conflitos, seja a adversidade na consciência ambiental, que sem o interesse do desenvolvimento sustentável consequentemente com a evolução industrial gerando problemas a natureza. Em vista disso é  indubitavel a aplicação a ação do governo para interver essa problemática.

Ademais, é imperativo ressaltar a respeito da falta de educação sobre o meio ambiente. Diante disso, percebe-se a corroboração para a conscientização da importância do meio ambiente. Segundo o sociologo, Émile Durkhein, abrenge-se duas divisões: “normal e patológico”. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que em um ambiente patológico, em crise, rompe com o desenvolvimento da população, visto que não favorece ao progresso coletivo, por consequência junto com os descuidos com a natureza por falta de informação aumenta a degradação do meio ambiente, fica evidente a importância da expansão ao conhecimento de tal.

Infere-se, portanto, que é de diligência que o governo, junto ao Ministério da Educação (MEC), tomem providência para melhorar o quadro atual, proporcionando melhores expectativas de vida ao povo, por meio de aplicações de semanas educativas nas escolas sendo atendidas por ambientalistas, além da adoção à fiscalição um fim de aplicar multa como desvios. Somente assim hávera uma sociedade conscientizada, bem ambientada e com qualidade de vida.