A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 17/11/2021
No filme “Wall-E” é retratado uma realidade, que devido à negligencia humana, ocasionou a degradação da vida no planeta, impedindo a continuidade do meio social, resultando na expulsão de grupos para outras regiões fora do planeta. Nesse sentido, um robô que possui a capacidade de compactação de resíduos lidera uma dinâmica de transformação ecológica, demonstrando a necessidade de preservação do meio ambiente. Semelhante ao conto, a falta de consciência ambiental no Brasil auxilia a reprodução das problemáticas da narrativa, o que impede o desenvolvimento social. Assim, deve-se apontar que a falta de políticas educativas e a irresponsabilidade ocasionam obstáculos à promoção do resguardo da natureza.
Em primeiro plano, vale salientar que a supressão de paradigmas educativos no que tange à compreensão dos processos ambientais reforçam a degradação. Segundo o sociólogo Emille Durkheim, os fatos sociais articulam-se através de instituições que moldam o entendimento e o comportamento do indivíduo. Sob esse viés, com a omissa atividade educativa o indivíduo não possui o discernimento para reconhecer o prejuízo que causa ao meio, o que intensifica o processo de exploração insustentável - como o inadequado manejo na agricultura, resultando no processo de empobrecimento do solo, por exemplo. Como consequência, ocorre a reprodução de agentes sociais que reforçam a destruição do meio natural, o que reflete no progresso social, visto que a preservação está alinhada ao crescimento de uma nação.
Ademais, vale salientar que é procriado irresponsabilidades no concerne à natureza. De acordo com filósofo Han Jonas, a existência do poder humano, ligado ao processos de crescimento tecnológico, pressupõe a utilização e aprimoramento ético que não produza impedimentos às gerações futuras. Acerca dessa lógica, as comunidades não dão a atenção adequada ao uso dos recursos naturais, o que leva ao excesso de poluição - como o despejo de nutrientes em rios e lagos, promovendo a eurotrofizacão- e negatividades ambientes que prejudicam a estabilidade do país, prejudicando as novas comunidades do território. Desse modo, é fato a permanência da adversidade no tocante às causas da natureza, reforçada por ações de grupos que negam os impactos ambientais.
Portanto, torna-se crucial que os governos estaduais, por meio de subsídios, crie organizações que devem ofertar apresentações em escolas, além de oferecer cursos gratuitos direcionado a população que participa da atividade ambiental - como fazendeiros, por exemplo-, além da distribuição de materiais didáticos relacionados a geografia física e econômica, retratando as causas e consequências na natureza. Logo, com o objetivo impedir as antíteses ambientais como descrito no filme.