A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 08/11/2021

Atualmente, o crescente desmatamento das florestas brasileiras coloca em destaque a falta de consciência ambiental no Brasil, validando a retórica de Schopenhauer. Com isso, depreende-se discutir sobre os fatores causais da problemática, no qual se destacam a negligência governamental e o egoísmo social.

Primeiramente, evidencia-se como agravante da situação a falha governamental. A esse respeito, o filósofo Thomas Hobbes argumenta que é dever do Estado garantir o bem-estar social. Entretanto, dados da Global Forest Watch apontam crescimento recorde de desmatamento no território brasileiro, o que indica uma omissão governamental em relação a projetos de desenvolvimento sustentável. Desse modo, entende-se que o meio ambiente brasileiro se encontra em risco de uma constituição que não prioriza seus recursos naturais.

Outrossim destaca-se como impulsionador do problema o egoísmo da sociedade. Nesse contexto, o filósofo Confúcio afirma que, “quem se modera, específico se perde”. Sob tal lógica, vale ressaltar que, como apontado pela coordenadora do Greenpeace Brasil Mariana Mota, diversas das queimadas são frutos de ações de grileiros e agricultores para limpar como áreas que serão usadas para agropecuária ou especulação. Logo, note-se que em busca incessante pelo acúmulo de capital, muitas pessoas ficam perdidas, dispostas a se sacrificar ao meio ambiente.

Em virtude dos fatos destacados, é evidente que a falta de consciência ambiental configura-se como um problema a ser atenuado. Portanto, o Poder Legislativo deve, por meio de votação na Câmara Nacional, criar uma emenda não só para fortalecer os projetos de desenvolvimento sustentável, mas também as diretrizes de proteção dos recursos naturais - como maior fiscalização e punição para crimes ambientais. Nesse sentido, o intuito da iniciativa é garantir o respeito da natureza brasileira.