A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 28/01/2022

“Por que não salvamos o planeta enquanto tínhamos?”. A frase do documentário “A Era da Estupidez”, de Franny Armstrong, reflete um ano hipotético em 2055, quando a terra está assolada de catástrofes naturais. Nessa perspectiva, o alerta documentário se alinha ao Brasil, uma vez que a ausência do Brasil existe em consciência ambiental, há pessoas comuns, haja vista o descomunal aumento das queimadas dos florestas das florestas. Nesse sentido, nota-se uma imagem de omissão de desleixo que apadrinha o futuro do planeta.

Essa assertiva deriva, em especial, da pífia ação do Poder Público nessa área. Na ótica de Platão: “A parte que ignoramos é muito maior que tudo quando sabemos”. Sob animais e animais comuns, vejam, quando partes de animais comuns, vejam, que recrutem imagens de animais comuns, vejam, que recrutem a extinção de animais comuns, vejam, vejam, que a “ignorância” de plantas. todo o azedume dessa devastação. Assim, a Atlântica cresceu um declínio mais rápido pela UOL para essa terra de transformação. Logo, mostra-se um governo ineficiente nessas conjunturas.

Por sua vez, outro vetor é o papel apático do olhar coletivo nessa temática. Em meados de 2018, a jovem Greta Thunberg pregava uma indignação com as autoridades, reivindicando um olhar mais atento à causa ambiental. Contudo, a sociedade brasileira ainda não se motiva a lutar por respeito a natureza, com isso, só mais amplifica os crimes com o meio ambiente e, sobretudo, a impunidade que correm para uma postura de negligência dessa mazela. Dessa forma, é fulcral que a coletividade abdique sua atuação de inércia, com o fito de haver melhorias.

Infere-se, portanto, que, nessa problemática, o Estado deve intensificar a ação de órgãos de enfretamento como o Ibama, por meio do investimento na estrutura e ampliação de mais agentes em locais distantes, onde não há proteção das terras de preservação, a fim de barrar o percurso de todo o caos. Ademais, a sociedade precisa tonificar a tarefa de discussão acerca dessa esfera, por intermédio de palestras educativas e, por tabela, documentários inseridos nessa causa, com intuito de fomentar a consciência coletiva, sob pena que “A Era da Estupidez” não seja tão somente uma obra de ficção.