A função do jovem no século XXI
Enviada em 07/05/2020
A série americana “Riverdale” gira em torno da vida de jovens ativos em um meio social problemático em busca de mudanças. Na narrativa, a busca por maneiras de evolução e ajuda é incessante, no entanto, muitas vezes, a opressão causada por indivíduos maduros impede a possível contribuição. Fora da ficção, uma problemática de preconceito de idade relacionada a um descaso por parte dos mais velhos e um desleixo governamental vem se enraizando no Brasil. Desse modo, é imprescindível que providências para mitigar esse caso sejam tomadas.
A princípio, é clara a falta de importância que os adolescentes e crianças recebem por parte dos adultos, principalmente na política e na educação, o que se torna um óbice, visto esses representam grande parte do país. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os jovens formam cerca de 40,2% da população brasileira. Dessa maneira, o visível descaso torna-se responsável pela redundância no conceito de democracia, que expõe a liberdade de fala juvenil de forma desigual.
Ademais, a desatenção do governo em áreas como o mercado de trabalho pode gerar inúmeros problemas, dentre eles o tráfico e a marginalização. De acordo com o site de notícias “G1”, o desemprego entre jovens é cerca de 40% em muitos estados do Brasil. Logo, é de possível entendimento que sujeitos mais novos necessitam de um amparo maior em relação ao atual, diminuindo casos de prisão e fome.
Destarte, urge das gerações mais antigas a criação de debates formados através de conversas online, incentivando a inclusão da voz de todos, aumentando, então, o poder de seus primogênitos em suas decisões, além de uma ação do Estado na busca por mais oportunidades trabalhistas por meio da criação de estágios remunerados e cursos técnicos gratuitos em lugares mais necessitados, abrandando, assim, problemas de desemprego. Por meio dessas atitudes, será possível um futuro de oportunidades e igualitário para todos.