A função do jovem no século XXI

Enviada em 19/03/2021

Em meados de 2018, a jovem Greta Thunberg pregava indignação com as autoridades, reivindicando um olhar mais atento a causa ambiental. No entanto, no contexto atual, sabe-se que, a juventude pena com os padrões impostos pela sociedade, pela a busa de sua profissão, haja vista que quando tentam fazer algo em prol de seu país são barrados pela autonomia política, assim, acarreta no papel tímido dos jovens nessa esfera. Nesse sentido, nota-se uma imagem de omissão e desleixo que apadrinha tal função no século XXI.

Essa assertiva deriva, em especial, da pífia ação do Poder Público nessa área. De acordo com o movimento “Vem Pra Rua” em 2013, onde centenas de jovens se mobilizaram contra o aumento no preço da passagem de ôninus e foram reprimidos por policiais. Sob esse viés, quando acontecimentos como o do ano de 2013 se tornam comuns, é evidente que os jovens não são ouvidos pelo Estado, pois quando vão a rua “lutar” por seus direitos, são abafados pelas autoridades, isto é, a ausência de valor desses indivíduos para tal poder. Logo, mostra-se um Governo ineficiente nessas conjunturas.

Por sua vez, outro vetor é o papel apático da família nessa temática. Nessa perspectiva, a jovem Brittany Wenger construiu uma tecnologia artificial capaz de detectar o câncer de mama com precisão e hoje, o programa é usado para diagnosticar pacientes. Todavia, percebe-se que, em alguns casos, a parentela não estimula seus filhos a exercerem uma ação de representatividade, na qual padecem somente com a pressão psicológica de sua escolha profissional, com isso destoam da imagem de Brittany que fez a diferença para a coletividade. Dessa forma, é fulcral que a família reformule sua atuação, com o fito de haver melhorias.

Infere-se, portanto que, nessa problemática, o Estado deve aumentar a valorização da função do jovem na sociedade brasileira, por meio de projetos que busquem as opiniões desses indivíduos a respeito da política, cultura e outras áreas de seu país, a fim de ampliar a participação desse olhar coletivo e barrar o percurso de todo o caos. Ademais, a parentela precisa tonificar a tarefa de discussão acerca dessa mazela, por intermédio de palestras educativas e, sobretudo, documentários inseridos nessa causa, com o intuito de fomentar a consciência coletiva. Desse modo, para que ocorridos como o da Greta sejam um exemplo para o Brasil.