A função do jovem no século XXI
Enviada em 10/03/2021
Em uma era completamente digitalizada e interligada por redes, a tendência é de que os jovens fiquem completamente à vontade, em casa e com seus celulares, sem muitas preocupações. Entretanto, é de fundamental importância que essa classe saia dessa zona de conforto e haja em prol do mundo pela educação e por questões de melhorias para a cidadania na política.
Primeiramente, vale destacar a importância da participação da juventude para melhorar a educação. Fazem o papel de cobrar por mais atenção governamental para essa área, que traz consigo mais investimentos e estrutura para as redes de ensino. Como exemplo disso, pode-se observar o movimento estudantil brasileiro, em 2014, que trouxe consigo a aprovação do Plano Nacional de Educação, que destina 10% do PIB, além de outros incentivos, ao sistema educacional do país. Existe uma visão sobre a importância do conhecimento para o desenvolvimento social, como dizia Paulo Freire: “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”.
Na sequência, frente a tanta corrupção e privilégios hierárquicos na política, a participação de novas mentes mais abertas a mudanças podem revolucionar um país. A tendência é de que uma juventude que vive na pele as consequências de gestões inconsequentes, lutem para que deixe de existir impunidade por atos corruptos, desvios de verba, e que se dê mais atenção para a população menos favorecida. Esses novos participantes vem ganhando espaço, e segundo pesquisa do jornal Folha de São Paulo, 29% dos entrevistados entre 16 e 25 anos têm interesse em concorrer às eleições, 10% a mais que os entrevistados acima de 26 anos.
Por fim, é evidente que os jovens são a esperança de tantas nações assoladas por pensamentos hierárquicos, demasiadamente conservadores e egoístas. Portanto, é necessário que deixem de lado o comodismo e entrem na política com ideais de justiça severa contra a corrupção, que promovam maior fiscalização das verbas repassadas para a educação e também, que encabessem movimentos protestantes contra medidas que desfavorecem sua nação, a fim de promover um presente e futuro melhor no século XXI.