A função do jovem no século XXI
Enviada em 30/03/2021
O predomínio de jovens interessados em melhorar o país é fundamental, mas a falta disso é um problema que torna complicada e falida a qualidade de vida da população brasileira. De maneira efetiva, um diálogo entre o Estado e a sociedade sobre maneiras de resolver este problema é uma medida necessária.
Ademais, pode-se ver perspectivas históricas que mostram a grandeza juvenil. Um deles foi o movimento de estudantes contra o governo Getúlio Vargas, que resultou em três jovens mortos em 1932. Pouco depois, em 1968, os jovens se unem para combater o regime militar, evento conhecido como Movimento Estudantil.
Além disso, são observados outros danos que dificultam a participação de jovens em inquéritos nacionais, como a falta de iniciativa do governo para realizar a inclusão de jovens (principalmente os de áreas periféricas) e de projetos escolares precários sobre desafios sociais, políticos e ambientais. De acordo com Immanuel Kant, “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”; no mesmo ponto de vista, observa-se que, enquanto não haja alterações nesse cenário, o número de adolescentes desinteressados em conformidade com sua função como cidadão, será crescente.
Diante tais aspectos, é percebido que a função do jovem na sociedade deve ser intensificada. Portanto, o compromisso de desenvolver e promover políticas públicas dentro do ambiente escolar, concentra-se no Ministério da Educação. Também é fundamental fornecer apoio aos jovens das regiões precárias através de grupos de apoio do governo, a fim de serem ouvidos de uma perspectiva para transformar sua realidade. Havendo assim, conhecimentos necessários para treinar cidadãos inteirados, com senso crítico e disposição para construir um país melhor. Deste modo, o pensamento de Immanuel Kant pode ser realizado e a função do jovem no século XXI é positivamente representada.