A herança da escravidão na sociedade brasileira do século XXI.
Enviada em 22/09/2020
O racismo ainda é um problema muito grave nos dias de hoje, especialmente no Brasil. Em 13 de maio de 1888, surgiu uma nova esperança para a população do país, a Lei Áurea, que decretava o fim da escravidão local. Nessa carta, logo em seu primeiro artigo já continha a seguinte frase: “É declarada extinta desde a data desta lei a escravidão no Brasil”. Isso foi um marco muito importante para a população, já que o Brasil era a única nação na América que ainda não tinha decidido o fim da escravidão. Por esse e outros fatores, a discriminação racial e o preconceito se prolongam até os dias de hoje.
Mesmo depois da abolição da escravidão por raça, um problema que vem crescendo bastante nos dias de hoje é a escravidão moderna. Esse trabalho pode ter ainda mais benefícios em questão de lucro para os patrões, já que a mão de obra escrava era muito mais cara e escassa do que as de hoje. A nova escravidão apresenta-se de duas maneiras, seja ela por um trabalho forçado ou sendo realizado em condições degradantes, ferindo os direitos humanos naquilo que as pessoas mais têm de importante, a dignidade.
O problema no Brasil não limita-se apenas na escravidão contemporânea, o preconceito com base na cor de pele ainda é muito grande. Há relatos de negros que ao ir em uma loja, algumas pessoas tiveram um olhar atento sobre ele e alguns até mesmo foram seguidos por um segurança, já que muitas pessoas quando vêem um pardo ou um afrodescendente associam-o a imagem de um ladrão ou uma pessoa que possa lhe oferecer perigo.
Portanto, fica evidente que os negros sofrem muito com a discriminação da população. Desse modo, devemos sempre evitar o racismo e sempre que virmos um caso de preconceito, devemos reportá-lo imediatamente. Nesse âmbito, cabe ao Ministério da Educação abordar esse tema nas escolas públicas com o objetivo de diminuir essa discriminação racial. O governo também pode financiar campanhas através da mídia manifestando-se contra o racismo.