A herança da escravidão na sociedade brasileira do século XXI.

Enviada em 22/09/2020

A Lei Áurea foi declarada em 1888, proibindo oficialmente a Escravidão em todo o mundo tornando esse comportamento impróprio ilegal. Porém, analizando o legado da Escravidão no Brasil, o documento cujo foi assinado pela princesa Isabel se depara com a realidade contemporânea, que é um trabalho de extrema semelhança com a Escravidão. Assim, devemos ressaltar que o Estado é ineficaz na proteção dos direitos naturais e da vulnerabilidade socioeconômica das determinadas classes sociais.

Sendo assim, o famoso filósofo John Locke crê que o principal papel do Estado é proteger os direitos naturais dos cidadãos, como a liberdade pessoal e a proteção da vida. Mas, infelizmente, as atividades desumanas, tais como o deslocamentos físicos, condições péssimas e o trabalho forçado tornaram-se imensos obstáculos para o alcance desses direitos básicos. Portanto, além de afetar a dignidade humana, a negligência do governo brasileiro também está violando dispositivos da própria Constituição de 1988, proibindo o trabalho que exausta as pessoas.

Além de tudo isso, precisamos entender o motivo de muitos aceitarem conselhos sobre empregos dos recrutadores. Podendo então que a historiadora Resínia Filice pode confirmar que a vulnerabilidade socioeconômica de determinados grupos sociais considerados marginalizados é o principal motivo, pois sua formação para o mundo precária limita o trabalho formal. Então, a desigualdade social e econômica continua sendo um fator potencial da escravidão no país, inaceitável.

Diante disso, percebemos que algumas atitudes devem ser tomadas. O governo federal fortaleceu as inspeções em áreas urbanas e rurais, puniu recrutadores, resgatou vítimas e construiu moradias públicas para essas pessoas, garantindo a liberdade pessoal e proteção. Então, é responsabilidade do governo do estado promover atividades de qualificação técnica e educacional em habitações estabelecidas, contratando profissionais de educação. Assim, reduzindo as diferenças socioeconômicas.