A herança da escravidão na sociedade brasileira do século XXI.

Enviada em 01/11/2020

Durante a nossa história, os negros foram colocados em uma posição secundária, e a única função dos negros era a escravidão. Com o passar do tempo, a assinatura da Lei de Área e o movimento negro, os afrodescendentes foram aos poucos conquistando a sociedade. No entanto, a escravidão deixou inúmeras cicatrizes no Brasil, o racismo e o trabalho forçado estão disseminados na vida cotidiana no século XXI.

Após anos de longa e árdua escravidão, o Brasil assinou uma lei proibindo esse tipo de trabalho em 1888. No entanto, isso não garante nenhum tipo de ajuda aos negros, pois embora sejam livres, eles se encontram sem moradia e alimentação. Logo, para sobreviver, muitos deles entraram no mundo do crime ou voltaram ao antigo serviço, desta vez mais exploratório. A partir da análise desses aspectos, percebe-se que o presente é um reflexo do passado, pois a existência de negros na rua geralmente é considerada um perigo. Além disso, muitas pessoas negras ainda são forçadas a realizar atividades por meio de ameaças, detenção e violência.

O socialista Charles Fourier argumentou que o trabalho deveria ser uma atividade voluntária e uma fonte de prazer pessoal. Esta tese contradiz os princípios capitalistas que visam apenas produtividade e lucro. Desta forma, muitas pessoas foram escravizadas por muito tempo e as condições de trabalho eram precárias.

Portanto, é possível perceber o lento desenvolvimento do negro e a longa existência de trabalho escravo na sociedade. Para solucionar esse problema, o estado deve cooperar com o Ministério do Trabalho e a Polícia Federal para verificar a relação e as condições de trabalho vividas pelos empregados e garantir que não haja exploração.