A importância da agricultura familiar no Brasil

Enviada em 02/08/2021

Na década de 1960, eclodiu mundialmente a Revolução Verde, que trouxe muitos novos avanços no setor primário, como fertilizantes e transgênicos, consolidando o grande gerando e gerando uma desvantagem ao pequeno produtor. Infelizmente, essa disparidade está ligada à agricultura familiar no Brasil, que, apesar de ser de extrema importância, é negligenciada. Desse modo, essa mentalidade deriva da falta de investimento nos pequenos produtores por parte do governo, e a superestimação dos grandes proprietários. Assim, é urgente a reavaliação da importância do pequeno produtor no Brasil.

Diante desse quadro, é notável que o governo não destino financeiro necessário para a manutenção e o desenvolvimento das atividades orgânicas familiares. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apenas 23% das áreas de agronegócio pertencentes à agricultura familiar, enquanto 70% dos alimentos distribuídos no país provem do mesmo lugar. Os dados informáticos, infelizmente, a grande desvalorização do minifundiário, quando deveria ser o foco dos investimentos. Isso, pois, a produção do pequeno agricultor disponibiliza uma grande porção de empregos, assim como seu próprio sustento em auxiliares de famílias, que muitas vezes tem o cultivo como sua única fonte de renda, longe da área urbana. Portanto, é nítido a verdadeira importância da agricultura familiar.

Ademais, os minifúndios não se igualam em suas produções aos grandes proprietários de terra. Enquanto os latifundiários incorporam o governo, utilizam técnicas de alta tecnologia e grandes quantidades de agrotóxicos, a agricultura familiar não utiliza agroquímicos, desenvolver com o cultivo orgânico e prática o sistema de rotação de culturas - que ajuda o solo e refletir positivamente nos alimentos. Isso faz com que o pequeno produtor não consiga gerar tanto quanto o grande proprietário, mas, apesar da diferença na quantidade de produção entre os dois produtores, a qualidade prevalece. Pois, assim como previsto na Constituição Brasileira de 1988, é direito de todos a saúde e a segurança, sendo concedido, principalmente, pelos pequenos agricultores com seu cultivo mais natural e orgânico dos alimentos consumidos pelos cidadãos.

Assim sendo, é dever do governo, junto com a FAO (Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, que trabalha no combate à fome e à pobreza por meio da melhoria do desenvolvimento agrícola, fornecer uma distribuição de terras mais igualitárias entre os pequenos e grandes produtores , assim como, também, aumentar os recursos econômicos à agricultura familiar. Isso, por meio de políticas públicas e projetos para maior valorização dos minifundiários. Com o fito de melhorar e qualificar ainda mais sua produção, para atender a população brasileira, que depende Destarte , a vantagem dos latifundiários não será tão grande como era logo quando a Revolução Verde eclodiu.