A importância da agricultura familiar no Brasil
Enviada em 17/05/2022
Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, defende a manutenção do respeito entre os povos de uma mesma nação. No entanto, no cenário brasileiro atual, observa-se justamente o contrário, quanto à questão da importância da agricultura familiar. Nesse sentido, é preciso que estratégias sejam aplicadas para
alterar essa situação, que possui como causas: Falta de conhecimento e
Insuficiência de leis.
Em primeira análise, a ausência de informação mostra-se como um dos desafios à resolução do problema. Nesse contexto, o filósofo Schopenhauer defende que os limites do campo de visão de uma pessoa determinam seu entendimento a respeito do mundo. Isso justifica outra causa do problema: se as pessoas não têm acesso à informação que aproximadamente 70% dos alimentos consumidos no Brasil são do cultivo familiar, sua visão será limitada no que diz respeito a relevância disso para a sociedade, o que dificulta a erradicação do problema.
Além disso, outra dificuldade enfrentada é a questão da deficiência nas leis brasileiras. A Constituição Federal de 1988 é a lei básica brasileira que busca
garantir a integridade dos seres vivos e do ambiente em que estão inseridos. No entanto, essa legislação não tem sido suficiente no que se refere à questão de posse de terras e segurança, para que posseiros e grileiros não venham se apossar do solo desse grupo social que alimenta maior parte do povo tupiniquim, uma vez que o problema continua atuando fortemente no contexto atual.
Logo, medidas estratégicas são necessárias para alterar esse cenário. Para que isso ocorra, o MEC devem desenvolver palestras em escolas, a serem transmitidas nas redes sociais desses órgãos, por meio de entrevistas com agricultores familiares especialistas no assunto, com o objetivo de trazer mais lucidez sobre o tema e erradicar esse problema. Além disso, é necessário que as famílias, em parceria com a liderança dos bairros, exijam do poder público o cumprimento do direito constitucional de proteção e garantia das terras. Essa exigência deve se dar por meio da produção de ofícios e cartas de reclamação coletivos, com a descrição de relatos de pessoas da comunidade que sofrem com esse problema, a serem entregues nas prefeituras, para que os princípios constitucionais sejam cumprido.