A importância da cultura digital no mercado de trabalho
Enviada em 06/07/2020
Consoante ao sociólogo polonês Zygmunt Bauman, há uma falta de solidez nas relações sociais, econômicas e políticas, característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI. Hodiernamente, há uma liquidez no que se refere à importância da cultura digital no mercado de trabalho, como desafio no atual cenário brasileiro, tendo em vista o desequilíbrio da vida pessoal e profissional, bem como o risco de desemprego. Assim, convém sondar essa problemática e propor soluções para dirimi-la.
Em primeira análise, é elementar que o desequilíbrio da vida pessoal e profissional é um fator determinante para a persistência do problema. No documentário brasileiro “Ciberespaço na comunicação” relata as relações de comunicações virtuais e suas desvantagens sociais. Desse modo, a dedicatória do tempo diário conectado para atividades de trabalhos digitais ocasionam a dependência da tecnologia, ficando-se evidente o declínio do vínculo social e mudanças psicológicas no indivíduo.
Outrossim, é preciso atentar-se para o risco de desemprego presente na questão. De acordo com o Nexo Jornal, 1/4 dos usuários que estão no mercado de trabalho diante da cultura digital sofrem com o desemprego. Sob esse viés, apesar dos avanços tecnológicos estarem sempre presentes, pessoas que não têm o costume adequado com as ferramentas utilizadas, acabam ficando atrasadas e sem oportunidades de emprego, dificultando o desenvolvimento pessoal e a notabilidade profissional.
Urge, portanto, medidas eficazes para solucionar e melhorar a questão da cultura digital no mercado de trabalho. Cabe ao Governo Estadual, implantar métodos corporativos, por meio de projetos de cunho informativo, palestras educacionais e de autoajuda, que visem incentivar os indivíduos, assim como também, a alertar sobre essa problemática. Somente assim, não existirá no Brasil, uma liquidez mencionada por Zygmunt Bauman.