A importância da cultura digital no mercado de trabalho

Enviada em 10/07/2020

“O que faríamos sem uma cultura?” é a pergunta feita e debatida pela filósofa Mary Midgley, que responde dizendo “evoluímos para ser o tipo de criatura que tem cultura”, logo adaptar-se ao progresso cultural é essencial para o homem. Dito isso, a recente cultura digital pode, literalmente, impactar a sobrevivência das pessoas, pois o mercado de trabalho vê que estar atualizado é rentável, no entanto, trabalhadores mal adaptados ficarão sem o emprego que sustentava sua alimentação, moradia e demais despesas.

Primeiramente, convém entender a cultura digital como uma nova linguagem, a qual, cedo ou tarde, todos os indivíduos estarão familiarizados. Tal linguagem é valiosa, pois permite atividades que, há poucas décadas atrás, eram impensáveis, como a comunicação quase instantânea entre quaisquer continentes, como o “Whatsapp” proporciona. Por isso, os trabalhadores atuais devem saber tirar vantagem da tecnologia, ao serem mais produtivos com aplicativos de mensagem, ou mesmo mais organizados usando o “Evernote”, que é feito para isso. Assim, certamente serão atraentes às grandes empresas.

Ademais, a cultura sempre foi útil para sobrevivência humana.  Da mesma forma, hoje, tal como no passado, ela é a base para uma sociedade organizada, e permite que indivíduos dividam responsabilidades entre si. Com isso em mente, fica claro que quanto mais sofisticada a cultura, maior sua importância para a divisão de funções no mercado de trabalho, pois um povo mais culto tende a enriquecer e se estabilizar. Portanto, a cultura digital reflete uma transição de gerações.

À luz disso, como resultado do progresso da sociedade, a cultura digital é importante ao mercado de trabalho por forçar que ele, e seus integrantes, se aperfeiçoem. Nesse sentido, para que tal fenômeno ocorra da melhor forma, é essencial amparar os prejudicados por ele. Isso é feito ampliando o acesso à tecnologia, ao abaixar impostos da importação de computadores e celulares, além da criação de um plano econômico, por parte do Ministro da Economia, com foco na baixa do dólar. Para assim, democratizar a tecnologia e recapacitar o máximo possível de cidadãos ao mercado e, enfim, acentuar a evolução social.