A importância da cultura digital no mercado de trabalho

Enviada em 17/07/2020

A primeira década do anos 2000 ficou marcada pela introdução das novas tecnologias (smartphone, aplicativos, redes sociais) no mercado de trabalho. No entanto, o método “arcaico” nos ofícios ainda se encontra muito presente, visto que a cultura digital ainda não está devidamente inserida para grande parcela populacional. Nessa ótica, urge a necessidade de difundir as novas tendencias e os seus impactos.

A priori, vale salientar a nova necessidade das empresas em contar com servidores engajados digitalmente. No entanto, no cenário geral, as tecnologias ainda estão sendo empregadas forma lenta e gradual, o que faz com a população ainda não possua a experiência adequada para o uso desses equipamentos no campo empresarial. Partindo dessa análise, pode-se constatar que só será possível a renovação dos empregados em um longo prazo, uma vez que demanda tempo para que a população se habitue com as novas formas de trabalho da sociedade contemporâneas.

Outrossim, cabe ressaltar a tecnologia se enraíza no dia a dia do trabalhador. De acordo com Einstein, tornou-se claro que a tecnologia ultrapassou nossa humanidade. Essa perspectiva ressalta como a tecnologia, se utilizada com eficiência, facilita o progresso das relações sociais e econômicas. Contudo, percebe-se que uma parcela da população ainda tem preconceito com esse uso da tecnologia nas relações de trabalho, pois além recente, ainda é mal regulada pelos atores públicos, o que gera, como no caso de taxistas e Ubers (motoristas de aplicativo digital), conflitos por falta de “governança” para impor cobranças e regras semelhantes.

Evidencia-se, portanto, a necessidade da população estar sempre atenta as inovações. Desse modo, o Ministério da Educação deve, juntamente com empresas relativas a cada setor profissional, oferecer cursos de capacitação para as diversas áreas, sempre trazendo os novos avanços tecnológicos requisitados pelo mercado de trabalho. Desta maneira, a sociedade passará a acompanhar este desenvolvimento e o reflexo da tecnologia no meios trabalhistas será sempre positivo, deixando de lado o método “arcaico”.