A importância da cultura digital no mercado de trabalho

Enviada em 16/08/2020

Desde o advento da Terceira Revolução Industrial, a tecnologia tem estado cada vez mais presente do dia a dia da sociedade. Com novos hábitos e formas de comunicação,derivados do uso de ferramentas digitais, formou-se uma nova cultura, a cultura digital. Caracterizada por elevado dinamismo, constantes inovações e compartilhamento de ideias por todo o mundo, ela é fundamental no dinâmico mercado de trabalho atual, no entanto enfrenta desafios como o vício em celulares e computadores. Portando, cabe ao Estado, em conjunto as instituições de ensino, combater esses problemas o mais rápido possível.

As empresas atuais obtêm cada vez mais recursos tecnológicos, uma vez que esses conectam as pessoas de onde quer que estejam, elevam a produção , expandem o público consumidor e possibilitam feitos que anos atrás seriam considerados impossíveis, afinal não era de se esperar a criação de estações espaciais ou fotografias de um buraco negro. Por isso, torna-se necessário empregados que saibam manusear novas tecnologias, explorar novas fronteiras e se adaptar as constantes transformações,ou seja, adeptos da cultura digital. Isto posto, entende-se a importância dessa cultura  no mercado de trabalho, sendo fundamental para o desenvolvimentos das empresas e novas  ideias.

No entanto, sabe-se que essa cultura enfrenta grandes desafios, como o uso desenfreado de equipamentos digitais, que gera vício. Ainda que a palavra vício esteja muito relacionada ao uso de drogas, cresce o número de pessoas viciadas em celulares e outros equipamentos digitais. Assim, seguindo a filosofia da Modernidade Líquida de Bauman, os portadores desse problema deixam de viver experiências reais, que pode acarretar em uma fragilidade emocional e tendem a se tornar ansiosos, por viverem o tempo todo na velocidade digital. Dessa maneira, é preciso de medidas para combater o vício causado pelo mundo da tecnologia e  suas consequências.

Por fim, cabe ao Estado criar medidas para combater o vício em eletrônicos e seus principais efeitos. Assim, o governo federal deve promover  aulas de filosofia e sociologia nas instituições de ensino para debater com os estudantes os efeitos, bons e ruins, da cultura digital, a qual a maioria dos jovens faz parte. Com isso, busca-se um maior auto conhecimento social e um olhar mais crítico que possa fazer os alunos avaliarem melhor suas ações frente a tecnologia, além de reconhecerem e recorrerem à ajuda especializada quando estiverem com dificuldade de autocontrole.