A importância da cultura digital no mercado de trabalho

Enviada em 23/11/2020

O mundo está a cada dia passando por variadas inovações tecnológicas que vai desde a criação de robôs até um sistema mais aprimorado nas indústrias. A cultura digital é um fenômeno histórico que emergiu primeiro, como resposta às exigências do capitalismo moderno e, depois, pelas exigências dos conflitos do século XX, de importância fundamental para o avanço da humanidade. Assim, uma escrita possibilitou o acúmulo de conhecimento, a imprensa emitiu a difusão de notícias, uma fotografia introduziu a cultura da imagem e a era digital dispensou o meio físico para a transmissão de informação. Nesse contexto, foi necessário o surgimento das funções de escrivão, jornalista, fotógrafo e técnico da informação. Sob esse ponto de vista, quando se pensa no desenvolvimento tecnológico, percebe-se o aparecimento de novas profissões de acordo com descobertas recentes.

No mercado de trabalho, sociedade passou por uma grande mudança, principalmente no que concerne a tecnologia. Assim, a importância digital permite desenvolver competências e habilidades, uma vez que uma cultura digital, promover uma transformação profunda no processo de ensino-aprendizagem, habilidades e habilidades apontadas no BNCC como fundamentais para a vida pessoal e profissional de qualquer indivíduo podem ser desenvolvidos. A princípio, assim como na revolução industrial o uso de máquinas foi fundamental para a produção em massa nas fábricas.

As inovações chegaram também na educação, beneficiando os alunos, a tecnologia na educação é representada por novas ferramentas de aprendizagem, que deixam as aulas mais atraentes e retorno, principalmente na graduação e pós-graduação, um dos principais benefícios da cultura digital na escola é a possibilidade de o estudante estar em rede, participar de comunidades de aprendizagem e não ficar isolado, restrito à sala de aula, o desenvolvimento de especialização Educação na Cultura Digital, promovido pelo Ministério da Educação, em parceria com a UFSC, um curso teve início no segundo semestre de 2014, como projeto-piloto, nas universidades federais de Roraima (UFRR) e de Ouro Preto (UFOP), além da UFSC. Voltado para educadores das escolas das redes públicas, ele dá prioridade a quem está em exercício como professor, gestor e formador dos núcleos de tecnologia estaduais e municipais. “O objetivo é formar educadores para crítica, crítica e criativamente, as tecnologias de comunicação e informação aos currículos escolares”.  Portanto, o governo federal deve disponibilizar recursos de aprendizagem das técnicas e conhecimentos na área da tecnologia, por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação - uma vez que é responsável pela implementação de política da ciência e tecnologia -, a fim de garantir a oportunidade de emprego e desenvolvimento profissional.