A importância da educação a distância no Brasil
Enviada em 28/10/2019
No limiar do século XXI, o ensino domiciliar é realidade em várias famílias no território brasileiro, apresentando uma grave patologia social. Nessa perspectiva, a Negligência familiar e o provável efeito nefasto que um indivíduo pode possuir, como depressão e ansiedade, ocasionam consequências deletérias à sociedade.
Efetivamente, a inadvertência das famílias no quesito ensino, principalmente, na educação doméstica, apresenta um grave entrave na sociedade brasileira, visto que de acordo com o jornal Globo, existem cerca de 7,5 mil famílias que realizam o ensino domiciliar no Brasil. Nesse contexto, existem vários países no mundo que estão enquadrados nesse aspecto, majoritariamente, por exemplo, os países mais ricos, como Estados Unidos e Canadá, haja vista que precisa de um investimento para contratar professores especializados, uma vez que os pais podem trabalhar diariamente . Nessa conjuntura, de acordo com a constituição Federal de 1988, o estado tem obrigação, junto com a família, de manter a frequência escolar e a permanência do aluno na escola, dos 4 aos 17 anos, garantindo a educação básica e de qualidade. Em decorrência disso, o ensino domestico ainda é considerado ilegal no território brasileiro, posto que a educação é obrigatoriedade do Governo, o qual educa e qualifica o indivíduo para socializar e viver na sociedade atual.
Ademais, o ensino domestico pode provocar situações nefastas para a população, como doenças psicológicas e falta de socialização, por causa do ensino em casa. Nesse contexto, a Base nacional comum curricular (BNCC), é o documento normativo para as redes de ensino público e privado, apresentado pelo Ministério da Educação ,relatou que a partir de 2020 os alunos terão 3000 horas aulas por ano, as quais podem ter , no mínimo, 20% virtuais, ou seja, fora do ambiente escolar. Nesse panorama, o ensino público,as vezes, não tem condições de comportar essa quantidade de aulas, visto que o número de professores é pequeno e, majoritariamente, não tem condições financeiras para realizar esse ato. Nessa óptica, além das circunstâncias monetárias que podem ser difíceis para a escola e a própria família o indivíduo pode apresentar doenças psicológicas, como ansiedade e
Destarte, A família, como instituição formadora de opinião, deve, desde a infância, colocar os seus filhos em escolas, para assim mostrar o jeito correto de ensino, já que as instituições de educação orientam o aprendizado e , principalmente, a socialização, por intermédio de escolas públicas e privadas, com o fito de apontar o jeito correto de ensino. Outrossim, o Governo deve ser mais flexível nas leis realizadas no quesito escolar, por meio de conversas com o Ministério de Educação, a fim de diminuir o ensino domiciliar. Desse modo, uma sociedade que seguirá a Carta Magna será formada.