A importância da educação a distância no Brasil
Enviada em 24/04/2020
No Período Colonial Brasileiro, os jesuítas católicos faziam expedições com objetivo de ensinar aos nativos sobre a religião cristã. Oriundo disso, a modernização dessas práticas educativas difundiram-se aos processos históricos, surgindo um método de ensino a distância. Em síntese, o modelo de ensino a distância (EAD) não possui igualidade distributiva entre as comunidades, além de impossibilitarem o convívio humano, que provoca diversos processos de exclusão social. Logo, cabe ao Governo tomar medidas efetivas à solução desse problema.
Nessa conjuntura, o ensino a distância não se propaga entre as comunidades periféricas pela dificuldade do acesso a internet e meios informativos. Em verdade, isso se deve pela falta de investimento na docência presencial, que gera um ciclo de pobreza e desinformação nesses âmbitos. Verossimilhante a isso, na obra “O Capital”, do sociólogo inglês Karl Marx, é retratado que “O Governo do Estado moderno não é se não um comitê para gerir os negócios comuns de toda a classe burguesa”. Em sumo, isso expõe que o Governo prejudica os mais encarecidos ao propor um sistema educativo elitizado, em que apenas as classes mais ricas são favorecidas.
Ademais, pela secessão do convívio social, ocasionado pelo ensino a distância, impossibilita o aluno de interagir com outras pessoas, que pode se agravar a quadros depressivos e ocasionar problemas mentais. Semelhante a isso, o pedagogo Jean Piaget, na obra “A Psicologia da Criança”, afirma que, quando estimulada, a criança tem um melhor processo de aprendizagem. Isso prova que pela falta de convívio social, a pessoas podem ter uma formação cidadã deficiente.
Mediante os problemas ocasionados pela educação a distância, é dever do Ministério da Educação, por meio de jogos educativos, brincadeiras e métodos interativos de ensino, prover a saúde mental e a formação cidadã dos estudantes brasileiros. Juntamente, cabe ao Ministério da Ciência e Tecnologia investir no ensino presencial, com envio de verbas para a construção de polos educativos presenciais nas esferas sociais mais pobres, divergindo-se do ideal de Marx, que facilita o acesso á educação aos que não possuem. Por consequente, haverá uma melhor acessibilidade informacional, melhorando, assim, a formação individual, sendo congruente ao pensamento de Piaget, proporcionando um desenvolvimento maior da sociedade brasileira.