A importância da educação a distância no Brasil
Enviada em 12/05/2020
O artigo 6º da Constituição de 1988 brasileira afirma que a educação é um direito social assegurado a todos. Nesse contexto, é possível afirmar que o ensino a distância é importante para a construção da sociedade, já que com ela é possível ampliar as formas de aprendizado e, também, incentiva o desenvolvimento científico. No entanto, ainda persistem motivos para que essa medida ainda não tenha sido adotada com êxito.
Primeiramente, é válido ressaltar que um dos benefícios dessa prática se dá por ser uma forma mais acessível ao conhecimento, uma vez que não é necessário fixar um horário ou local para estudar. De fato, em 2020, o isolamento social provocado pela pandemia de coronavírus urgiu a necessidade de levar a aprendizagem a domicílio, a fim de não prejudicar o calendário letivo, o que comprova a tese citada. Entretanto, muitas pessoas não possuem condições de comprar aparatos tecnológicos - instrumento muito utilizado - que viabilizem assistir a tais aulas, pois o custo é alto.
Secundariamente, convém dizer que outra vantagem dessa modalidade se caracteriza por impulsionar novas possibilidades de promover o progresso da nação brasileira, já que isso pode revolucionar a maneira de realizar estudos, até então, inéditos. Decerto, Nelson Mandela afirmou que a educação é a arma mais poderosa a ser usada para mudar o mundo, potencializando, assim, o argumento mencionado. Contudo, apesar de existir, essa forma de lecionar ainda é mal vista na sociedade, devido ao fato disso não ser acreditado como forma eficiente de aquisição instrutiva.
Portanto, para que situações como essa não sejam mais relatadas, medidas devem ser tomadas. Para isso, o Governo, agente muito notável, precisa flexibilizar esse serviço, destinando verbas públicas para entregar “notebooks” a alunos que não possuem condições financeiras suficientes, a fim de integrar o máximo de alunos possíveis. Além disso, a Mídia deve ressaltar as vantagens que as aulas remotas proporcionam para o aluno, de modo a impulsionar o número de matrículas “online”. Desta forma, não haverá demais entraves relacionados a esse tema.