A importância da educação a distância no Brasil
Enviada em 13/09/2021
A Magna Carta brasileira garante o acesso ao aprendizado como uma ferramenta para o desenvolvimento do cidadão. No entanto, essa jurisprudência é contestada, uma vez que há a problematização envolta da importância da educação a distância no Brasil. Inquestionavelmente, essa falha ocorre devido à insuficiência de palestras educacionais, em escolas e faculdades, voltadas para a valorização do ensino longínquo, popularmente conhecido como EAD, e á falta de regulamentação de leis que visam a democratização da obtenção de uma didática de qualidade.
A princípio, deve ser ressaltado que o Estado falha ao não promover discussões, em instituições de ensino, voltadas para o reconhecimento da importância da educação a distância. Indubitavelmente, modalidades de aprendizagem sobre a necessidade deste módulo são importantes, mas a falta de investimento governamental nessas palestras acarreta a desinformação populacional. Inegavelmente, a errônea carência de apoio dos órgãos públicos a essa lecionação tem como seguimento o desconhecimento das massas sobre os benefícios do EAD que, em conformidade com o G1, visa aumentar as oportunidades de estudos dos cidadãos. Por consequência da falta de investimentos em palestras educacionais e da inépcia da população acerca as vantagens desta categoria de ensinança, os índices de evasão de cursos on-line vão aumentar, afirmação essa que é exemplificada pelo UOL, com o índice de 30% de alunos que desistiram de acompanhar as aulas no Acre, em 2020.
Além disso, é de conhecimento público que a falta de regulamentação de decretos é um dos empecilhos para a recognição da importância do EAD. Sob o mesmo ponto de vista, segundo o veículo de informações UOL, as deliberações existentes, como a Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional, que garante o acesso a um sistema educacional de qualidade para toda a população brasileira, são uma previdência, mas somente com os decretos regulamentares são determinados os detalhes de como uma norma irá agir. Visto isso, é evidente que sem a estandardização de leis o ensino à distância não atingirá todos os cidadãos de forma igualitária, circunstância essa que, conforme o Correio Braziliense, evidenciou a desigualdade na instrução brasileira e aumentou os índices de efúgio didático.
Em suma, com a falta de palestras educionais e o desprovimento de regulamentação de leis, urge que o Ministério da Educação, junto ao Ministério da Propaganda, organize palestras mensais, inseridos em meios de comunicação on-line, que permitirão o diálogo entre os participantes, para politizar a população sobre a importância do ensino a distância no Brasil. Ademais, promover assembleias públicas, em instituições aprendizagem , para instruir as massas sobre a negligência dessa modalidade de ensinança, o que resultará em uma nação informada, com o efeito de criar cidadãos conscientes.