A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 08/10/2019
É de conhecimento geral que a crise de 1929, popularmente conhecida como a Grande Depressão, promoveu uma grande recessão econômica. Nessa perspectiva, a falta de planejamento financeiro e o despreparo vivido entre 1918 e 1929 são a cruel realidade dos brasileiros. Diante disso, deve-se analisar como a discrepância econômica e a falta de educação financeira desde a infância, influência tal problemática.
Em primeiro plano, evidencia-se a disparidade financeira presente na realidade. Conforme o Capitalismo, houve uma busca excessiva de produtos no mercado consumidor, haja vista que esse período é marcado pela lei da oferta e procura. Atualmente, observa-se que tal conceito continua enraizada na sociedade, pois esses são induzidos a consumir produtos a partir das redes sociais e campanhas de markenting sem o controle de finanças. Pode-se mencionar, por exemplo, o filme “Os delírios do consumo”, no qual compras de forma exageradas prejudica a vida da personagem Becky.
Outrossim, a falta de educação financeira desde a infância pode ser apontada como responsável pelo problema. Isso acontece porque, não há na Base Comum Curricular (BNCC) uma matéria especifica nas escolas, como economia, que aguce o pensamento dos jovens. Consequentemente, esses tendem a se tornar cidadãos sem conhecimento de administração do seu próprio dinheiro. De acordo com os dados do (SPC) Serviço de Proteção ao Crédito, 40% dos brasileiros com idade entre 18 e 65 anos estão com o “nome sujo”.
Portanto, é necessário medidas para alterar esse cenário. Para que isso ocorra, o Ministério da Educação, em parceria com com as Escolas, promovam aulas de finanças, por meio da introdução de nova disciplina na grade curricular brasileira, com a finalidade de incentivar desde cedo as crianças a cuidar do seu dinheiro. A partir dessa ação, espera-se que características mencionadas da Crise de 1929, não faça analogia ao cenário brasileiro atual.