A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 11/10/2019

Consoante o físico teórico Albert Einstein: " a mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original. Essa visão, embora correta, não é efetivada no hodierno cenário global, sobretudo no Brasil, dado que a educação financeira é negligenciada na sociedade, corroborando para o endividamento do cidadão brasileiro. Isso ocorre, ora em função do despreparo civil, ora pela inação das esferas governamentais para conter esse dilema. Assim, hão de ser analisados tais fatores a fim de que se possa liquidá-los de maneira eficaz.

Nesse contexto, é imperioso destacar que o endividamento da população brasileira, é fruto do despreparo civil para lidar com a sedução do consumismo. Isso porque, mediante a ausência de uma orientação adequada, o indivíduo, sem conhecimento sobre finanças, compra produtos que, muitas das vezes, são desnecessários para ele. Esse panorama se evidencia, segundo o portal de notícias G1, mostra que dois quintos da população possui o nome no SPC (Serviço de proteção ao crédito), e desses dois quintos, metade estar por causa de compras de produtos fúteis, corroborando, assim, para

uma economia que cresce lentamente por causa do alto índice de devedores. Logo, é substancial a alteração desse quadro que vai de encontro à possibilidade de uma estabilidade financeira.

Outrossim, pontua-se que a falta do costume do brasileiro de poupar e investir, deriva, ainda, da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à crianção de mecanismo que coíbam tais recorrências. Isso se torna mais claro, por exemplo, ao observar a falta de disciplinas nas escolas que tem como o objetivo ensinar a importância de economizar e investir, corroborando, assim, para perda de potencialidades de empreendedores jovens. Ora, se um governo se omite diante de uma questão tão importante, entende-se, assim, o porque de sua continuação. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater a falta da educação financeira na sociedade. Para tanto, cabe ao Ministério da Educação -ramo do estado responsável pela formação civil- inserir, nas escolas, desde a tenra idade, a disciplina de educação de financias, de cunho obrigatório em função da sua necessidade, além de difundir campanhas instrucionais, por meio de mídias de grande alcance, para que o sujeito possa ter uma vida financeira menos turbulenta. Ademais, a família deve  mostrar a importância do dinheiro para seus respectivos filho, por meio de reuniões familiares, aonde vai ser debatido o melhor jeito de investir e poupar o dinheiro familiar. Somente assim, esse problema sera erradicado, pois, conforme o musicista  Gabriel pensador, " na mudança do pressente a gente molda o futuro."