A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 27/10/2019
O segredo próspero de uma sociedade é o investimento no saber financeiro. O pensamento de Claudio Muzer nos permite refletir, no hodierno, sobre como a falta de incentivo da educação financeira no Brasil representa um problema a ser enfrentado de forma mais estruturada no País. Nessa perspectiva, convém a análise imprescindível de fatores e consequências, a fim de liquidar essa inercial problemática.
Observa-se, em primeira instância, que conforme o raciocínio de Thomas Hobbes, é papel do Estado manter a harmonia social e a estabilidade de seu povo. Entretanto, é indubitável que a incúria governamental esteja atrelada a essa complicação. Paralelo a isso, haja vista que a economia Brasileira sempre se manteve inflacionária e instável, em decorrência das inúmeras trocas de sua moeda oficial no período do século XX, resultou-se na criação da incerteza sobre investimentos e a disseminação do tabu popular incorreto, na qual apenas políticos e economistas devem se preocupar e debater sobre o assunto.
Vale ressaltar, ainda, que o consumismo em massa enraizado na sociedade e agravado pela mídia é um grave impulsionador do problema. Analogamente, de acordo com dados do SPC, Serviço de Proteção ao Crédito, mais de 45% da população nacional não faz qualquer tipo de controle efetivo de seus gastos. Dessa forma, diante o exposto, promovendo a crescente onda de endividados e apelo a empréstimos com juros abusivos.
É iniludível, portanto, que urge a necessidade na qual o Governo Federal, em parceria com as organizações midiáticas, devam criar propagandas e cursos comunitários, sobre gestão e consciência econômica, com objetivo de ensinar bons hábitos financeiros e findar possíveis dúvidas sobre juros, compras parceladas e bons investimentos imobiliários e automobilísticos, por meio das redes de comunicações e secretárias de finanças, visando promover a ampla transparência de conhecimento e atenuar à displicência da sociedade com a questão.