A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 11/10/2019

A máxima Cartesiana: ‘‘Penso, logo existo’’ foi substituída na sociedade do consumo pela: ‘‘Compro, logo existo’’. Ou seja, consumir passou a ser condição indispensável à existência das pessoas. Essa perspectiva mostra que o poder de compra associado à falta de gestão e educação financeira, pode levar o indivíduo ao seu declínio.

Em princípio, é válido ressaltar que a má gestão financeira é um legado de berço. Logo, crianças que não foram ensinadas a gerirem finanças em suas formações pedagógicas, tendem a crescerem sem se importarem com a quantidade de dinheiro gasto em coisas surpérfluas. Essa realidade é evidenciada no jornal virtual ‘‘G1’’, que aponta que 76% de jovens não praticam consumo consciente no Brasil.

Outrossim, a tecnologia, que pode influenciar o consumo exacerbado, também é detentora de um acervo educacional financeiro acessível a custos e idades. É o caso do canal no Youtube ‘‘Me poupe!’’ que fala sobre economia, mercado financeiro e bolsa de valores. Além disso, o palestrante financeiro Thiago Nigro reforça o perigo de consumir sem educação financeira, quando diz que ‘‘ganância e medo geram prejuízos’’, evidenciando, assim, a necessidade da gestão.

Percebe-se, portanto, que gerir bem as finanças evita que o indivíduo sofra as consequências de gastos desnecessários. Dessa forma, é importante que o Ministério da Fazenda, vertente governamental que gere finanças, promova palestras e whorkshops em colégios de ensino fundamental e médio, ensinando sobre gestão financeira, a fim de aumentar a quantidade de pessoas em contato com estes assuntos. Somente assim será possível seguir o que diz Immanuel Kant, que ‘‘o homem é aquilo que a educação faz dele’’.