A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 11/10/2019
No século XVIII, a Revolução Industrial transformou de modo sistemática a capacidade humana de modificar a natureza, o aumento vertiginoso da produção e por consequência da produtividade, barateou os produtos e os processos de produção, com isso milhares de pessoas puderam comprar produtos que antes eram restritos somente para as camadas abastadas. Diate disso, o ser humano foi evoluindo com o pensamento de sempre adquiri novos bens, mas a falta de educação e planejamento financeiro transforma esse pensamento em um grande problema de inadimplência.
A priori, como pronuncio o filósofo Nicolau Maquiavel, ’’ Os fins justificam os meios ‘’, corrobora a situação atual da sociedade, quando lança uns produtos novos no mercado, o indivíduo quer adquirir esses novos bens só por conta de ser um produto inédito, com isso faz empréstimo ou divide em várias parcelas com o intuito de obter o produto, mas se torna um devedor, pois gasta mais do que ganha. Segundo o site Gazeta, em 2016, 68% das famílias brasileiras gataram mais do que podiam em compras. Outrossim, a sociedade é rapidamente alienada, pois as necessidades são artificialmente estimuladas, sobretudo pelos meios de comunicação, com isso as pessoas são obrigadas a comprarem a televisão nova, o refrigerador ou o carro porque o design se tornou antiquado ou porque o novo produto se mostrou ’’ indispensável ‘’.
Concomitantemente, aumenta o número de inadimplentes, pelo fato de não haver investimentos em educação financeira. Segundo o site Exame, os números de inadimplentes atinge 42% da população adulta no primeiro semestre de 2018.
Portanto, é notório que o consumo alienado causam problemas para o indivíduo e suas relações em sociedade. Logo, as secretarias municipais e estaduais devem investir em educação financeira, por meio de verbas governamentais, que vei ser colocada na grade curricular das escolas, a fim de ensinar desde cedo a criança sobre a importância do consumo consciente e o planejamento antes de adquirir qualquer produto. Além disso, o Estado deve investir em atendimentos psicológicos,que estarão acessíveis em postos de saúde, com o intuito de reeducar as pessoas que sofrem com o consumo excessivo. Nesse sentido, a sociedade deve participar, cobrar e fiscalizar pra que assim tentar diminuir o números de inadimplentes e se tornar um sociedade mais educada na área financeira.