A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 11/10/2019
“O ser humano não teria alcançado a educação financeira nas escolas do país se, repetidas vezes, não tivesse tentado os direitos de aprendizagem educacional das finanças para gerações futuras”. Com essas palavras, Max Weber, sociólogo alemão, afirma que a aprendizagem da educação financeira, mas também, posteriormente à quebra de paradigmas, é necessária a insistência, por parte de um grupo social, na tentativa da sociedade observar, por outro ângulo, os benefícios de ensinar a educação financeira aos grupos marginalizados pelos integrantes dessa mesma sociedade.
Primeiramente, cabe destacar que o dever de ensinar a educação financeira às crianças nas escolas, de modo que possibilite o cidadão apresentar melhores condições de administração dos recursos financeiros desde a infância, está assegurado não só pelos Direitos Humanos, mas também pela Constituição do Brasil. Acerca dessa premissa, no entanto, os pilares de uma república são deixados de lado a partir do momento em que há o acréscimo do número de brasileiros inadimplentes com os compromissos financeiros nos últimos três anos, de modo a abrir oportunidades para que a sociedade se torne excludente cada vez mais.
Paradoxalmente, o Brasil, o qual é considerado como um país acolhedor pelos demais países, está inserido em uma dicotomia: ao mesmo tempo em que é reconhecido mundialmente por suas políticas de inclusão social, contudo, deixa a desejar no que se refere à aprendizagem educacional financeira, haja vista que segundo a CNDL(Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), o acréscimo do número de pessoas inadimplentes nos últimos três anos é resultado das dificuldades enfrentadas pelo brasileiro em administrar as finanças devido à carência da educação financeira nas escolas para que a criança seja instruída à priorização de orçamentos para as finanças e, consequentemente, a educação financeira seja priorizada nos currículos escolares.
Portanto, a educação financeira deve ser alcançada com a iniciativa do Ministério da Fazenda, em parceria com as escolas municipais, psicólogos, economistas e o Ministério da Educação, em realizar a implementação de debates socioeducativos, por meio de palestras, a respeito dos benefícios da aprendizagem da educação financeira e atividades escolares para incentivar os alunos à propagação dos objetivos da educação financeira. Além disso, é necessária a propagação de folhetins relacionados aos métodos de administração das finanças para reduzir o número de brasileiros inadimplentes com os compromissos financeiros, para que possa haver um trabalho de transformação na mentalidade dos brasileiros em relação às práticas educacionais financeiras, de modo que aqueles projetos seriam reimplementados anualmente, de modo a torná-los uma prática cotidiana nas escolas brasileiras.