A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 14/10/2019

Ao final do século XX, surge um termo responsável por dar início a uma nova Era tecnológica: a bolha da internet. Este, tem como objetivo caracterizar a expansão à redes de computadores, a qual anteriormente era restrita à centros de pesquisas. Desde então, países como o Brasil passaram a investir no mercado digital, o que facilitou a obtenção de produtos. Entretanto, a falta de controle por parte da população gerou o endividamento destes e, consequentemente, prejuízos aos cofres públicos.

Ademais, todo o dinheiro aplicado em um ramo de negócios é movimentado conforme o poder de compra das pessoas, já que, a prosperidade das empresas está no quanto estas podem vender, de modo que o lucro seja satisfatório para os empreendedores e até mesmo para a nação. Logo, quando o capital não é reinjetado devido a falta de renda dos cidadãos, o país entra em crise e com isso, a infraestrutura básica -especificamente saúde e educação- tornam-se precárias, prejudicando diretamente todas as classes socais.

Além disso, é inevitável que diante de inúmeras inflações vivenciadas (desde a confiscação da poupança até as modificações da moeda local) os brasileiros estejam desmotivados a poupar ou investir de forma correta, pois o período era marcado por instabilidades. Devido a isso, parte das famílias não obtém sucesso ao desejar a estabilidade das finanças, e com isso, se submetem a trabalharem em cargas excessivas de horas, o que só contribui para os altos índices de doenças cardiovasculares e mentais.

Portanto, é notório que a educação monetária é de suma importância em todos os aspectos. Por isso, faz-se imprescindível que o Ministério da Educação, por meio de congressos, promova uma emenda constitucional para instalar a didática financeira como obrigatória à todas as instituições, de modo que os indivíduos tenham acesso a essa pedagogia desde novos. Com isso, além promover uma qualidade de vida, o governo estará incentivando o empreendedorismo, a fim de tornar o território a nova China (a qual possui grandes investidores) da América do Sul.

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