A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 13/10/2019
Consoante a Antonio Gomes Lacerda, " a educação não tem preço. Sua falta tem custos." De acordo com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), mais de 50% da população adulta brasileira situa-se em défice financeiro. Notório que tal porcentagem identifica-se imperita no controle de suas finanças. A ignorância acerca da educação financeira traz consigo consequências graves e gradativas que ficam subjacentes às facilidades concebidas mediante ao consumidor.
Em 1929, o mundo transitou por um período melancólico na economia, ocorrido entre a primeira e segunda guerra mundial. A grande depressão foi ocasionada principalmente por expansões absurdas de créditos e títulos. Mediante à crise de 1929, vê-se o futuro imitar o passado, pois, congênere ao fato histórico, vivencia-se uma época onde, bancos e organizações empresárias de todos os ramos criam cenários fictícios, no qual, o consumidor por incultura, iludido e agraciado com acessível facilidade de compra, vislumbra somente o conveniente ao momento, sendo frívolo e inconsequente.
O discernimento pecuniário não gerará custos, trará benfeitorias ao modo de vida, sendo imprescindível para uma vivência fora da mediocridade ínfera, estabelecer metas, planejar a longo prazo e cumprir com disciplina, consequentemente, tornará os sonhos em objetivos alcançáveis, logo, a educação financeira trará a liberdade que os custos por falta dela vedariam por tempo indeterminado.