A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 13/10/2019
Desde a Grécia Antiga, uma pessoa é considerada cidadã a partir da concretização dos seus direitos e deveres, baseado nas normas vigentes. Com o advento do capitalismo e o consequente individualismo, as pessoas se tornaram mais livres em suas vidas econômicas, o que leva a uma independência do Estado, mas também maximiza a inadimplência e o desperdício. Por isso, o cidadão precisa de educação financeira.
A partir disso, vale destacar que as liberdades individuais propiciam muitas vantagens para o povo. No livro Capitalismo e liberdade, o economista Milton Friedman afirma que as pessoas têm um maior desenvolvimento econômico e a sociedade avança com cidadãos mais independentes e com menos amarras estatais. Mediante isso, o capitalismo oferece condições para investimentos e planejamentos econômicos, os quais favorecem a mobilidade de classes e melhorias nas condições de vida da população.
Não obstante, quando essas condições são utilizadas de forma desorganizada, surgem dificuldades de endividamento ou de instabilidade nas próprias contas. De acordo com Sartre, o homem está condenado a ser livre, dessa forma, demonstra as facetas da liberdade e a responsabilidade do homem por suas próprias ações. Com isso, a educação financeira é de suma importância para guiar as escolhas dos cidadãos e prepará-los para a realidade econômica capitalista.
Dessa forma, nota-se a importância da educação financeira para o pleno desenvolvimento da cidadania, liberdade e independência. Cabe à Escola, em união com a Família, realizar projetos e incentivar práticas de equilíbrio econômico, como adotar cofres, levar a criança ao conhecimento dos próprios gastos e estender o ensino da economia às diversas ciências. Com isso, o povo aproveitará as vantagens do capitalismo e da liberdade e terá o pleno controle de suas contas.