A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 15/10/2019

Educação financeira para o bem da sociedade

Em se tratando de educação financeira em escala global, tema pouco discutido, seja nas instituições de ensino ou em campanhas publicitárias, faz-se uma comparação plausível relacionada diretamente ao século XXI, com a chamada “sociedade do consumo”. Sociedade que antes mesmo de verificar se vale ou não a pena consumir, ainda que vá além do orçamento possuído, adquire produtos mesmo assim, geralmente sem saber das possíveis consequências futuras. O que acarreta em inúmeras problemáticas, uma delas é o intenso endividamento da população, em decorrência de dado tema os indivíduos se encontram em situação de vulnerabilidade e necessitam de estudos que possam ajudá-los, como por exemplo o de educação financeira.

A educação financeira tem por propósito, auxiliar os consumidores na administração dos seus rendimentos, nas suas decisões de poupança e investimento, no seu consumo consciente e na prevenção de situações de fraude. Sendo assim, pessoas que compreendem dada informação supramencionada, tem um pensamento de inclinação para a economia, primeiro para não sujar o próprio nome e entrar em dívidas enormes, segundo para pensar no futuro e em possíveis investimentos, seja na carreira, ou em locais para moradia e lazer.

Porém, em detrimento dessas pessoas que tem o conhecimento de economizar, há aquelas que gastam sem cessar e entram em constantes dívidas, por vezes de difícil reversão. Pesquisas recentes relatam que o percentual de famílias brasileiras com algum tipo de dívida subiu de 59,8% em dezembro de 2018 para 60,1% em janeiro de 2019. Rio, os brasileiros começaram o ano mais endividados, segundo dados divulgados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Segundo Kant, “o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”, ou seja, a educação deve, independente da situação vir em primeiro lugar, no caso da educação financeira, essa pode auxiliar inúmeros indivíduos para resolverem suas questões.

Cabe, portanto, ao Ministério da Educação, órgão capaz de mexer na base do problema calculando assim uma possível reversão, para que no futuro o que menos se ouça falar é o endividamento da população como questão abordada. Intervir com a fusão incisiva da matéria de conhecimentos financeiros em todas as instituições de ensino, para melhor entendimento dos jovens (parcela da sociedade mais afetada com a ingenuidade em detrimento do tema e consequente endividamento). Outrossim, essa é uma das medidas cabíveis, consequentemente, tornar-se-à possível a crescente ausência da questão tratada.