A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 17/10/2019
Bombardemaento de propagandas. Consumismo desenfreado. Déficit bancário no final do mês. Ilustra-se, assim, o cenário hodierno de cidadãos que não possuem controle de gastos e impactam a economia negativamente. Atrelado a isso, a falta de planejamento e má gerência, as quais urgem educação financeira aplicada na erradicação da problemática.
Mormente, cabe frisar que o consumismo gera mau planejamento orçamentário. Conforme o sociólogo Adorno Theodor, a indústria cultural promove padrões ao vender exatamente aquilo que as massas, ou seja, a população, almeja, gerando alienação e, incoscientemente, compra compulsória. Dessa forma, acumulam-se dívidas que superam os salários dos endividados. Segundo o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), 41% da população adulta, no Brasil, possui conta atrasada e CPF negativado, o que comprova a falta de controle e gastos sem planejar.
Somado a isso, a má gerência de gastos é outro impasse quanto a possibilidade de superávit financeiro. Decerto, barreira na avaliação de orçamento, empreendedorismo e investimentos. Dessarte, a importância da educação financeira para o indivíduo. De acordo com Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo, logo, utilizá-la como método primordial no combate ao endividamento e na promoção de enriquecimento pessoal e social, faz-se necessário.
Infere-se, por conseguinte, diante dos fatos abordados, que o Ministério da Economia deve promover propagandas midiáticas e debates televisivos como foco no ensino de como planejar gastos e finanças, por meio de economistas, a fim de evitar déficits bancários. Ademais, o Ministério da Educação deve fortalecer a educação financeira nas escolas, a partir de projetos, oficinas e eventos, com alunos e comunidade, demonstrando o uso de tabelas e empregabilidade de dinheiro ganho, para que haja melhor gerência. Desse modo, os impactos econômicos serão positivos e a educação consolidará sua importância como arma mais poderosa na promoção de mudanças e conscientização econômica, como previu Mandela.