A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 17/10/2019

Na gestão do governo Getúlio Varga houveram grandes avanços sociais promovidos pelas leis trabalhistas -por exemplo: férias remuneradas e criação de um salário mínimo- entretanto, não é o suficiente para promover o bem-estar social somente a criação de uma renda de base sem a implantação de uma educação financeira. Pode-se dizer, assim, que é notório a importância de uma educação financeira na sociedade e a implantação de projetos de renegociação das dívidas dos inadimplentes.

Em primeira análise, é viável a modificação da base curricular do ensino básico e médio das escolas brasileiras, pela a baixa ineficiência na formação socioeconômica dos indivíduos, que implantará um ensino focalizado nas situações cotidianas. Conforme o educador, Carlos Tavares, é necessário a utilização de uma educação financeira prática e acessível à todos os brasileiros para que haja uma maior aplicabilidade na vida, porém a atual ineficiência do ensino brasileiro torna essa realidade onírica para muitos cidadãos. Dessa forma, a vida financeira é reduzida e o direito a um bem-estar social é limitado.

Por outro lado, em uma perspectiva secundária, a população do Brasil encontra-se em uma situação econômica lamentável pelo alto índice da inadimplência, resultado da ausência de uma educação financeira. De acordo com a revista Veja, em 2019 cerca de 40% da população adulta brasileira encontra-se com o CPF (Cadastro de Pessoa Física) suspenso por falta de pagamento das dívidas, sendo assim, o reflexo da realidade de uma sociedade economicamente endividada. Desse modo, é preciso o incentivo Estatal em parceria com as empresas privadas na renegociação das dívidas individuais dos brasileiros.