A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 22/10/2019

No ano de 1929, houve uma crise financeira na qual afetou vários países. No Brasil hodierno, a crise não está como em 29, mas, no entanto, é importante que a educação financeira dos cidadãos seja trabalhada. Diante dessa perspectiva cabe avaliar os fatores que colaboram com essa situação.

Em primeira análise, destaca-se a pouca participação da escola com a problemática. Segundo o pensamento do filosofo Pitágoras, ao educar os jovens não será preciso punir os homens. Sendo assim, se houvesse uma educação financeira dentro das instituições escolares não haveria tantos brasileiros em saldo negativo. Tendo em vista, que segundo a OCDE a maioria dos jovens de 15 anos não sabe lidar com dinheiro. Logo, os projetos existentes nas escolas voltados ao ensino financeiro ainda não são totalmente eficientes. Dessa forma é preciso que medidas sejam tomadas.

Em segunda análise, é importante entender o elo entre o consumo e a necessidade da Educação de gestão do dinheiro. Isso se dá devido à má influência da mídia em incentivar ao consumo. Visto que na música, ‘’7 Rings’’ da cantora Ariana Grande, ela cita que se gosta de algum objeto ela compra. Tal situação também é a realidade no cenário brasileiro. De modo, que devido não terem a gestão correta do Capital findam com saldo negativo, como mostra a pesquisa do SPC na qual 62,6 milhões de brasileiros estão com Saldo vermelho. Nesse sentido, cabe ao governo em realizar subterfúgios que ajude a população a evitar esse impasse.

Destarte, é necessário que ações sejam realizados para garantir a educação financeira de cada cidadão. Nesse contexto, as instituições escolares devem intensificar projetos já existentes, e disponibilizar recursos onde os alunos possam gerir o capital por meio de aulas práticas. A fim de ganhar experiência e poder usá-las na vida pessoal. Ademais, o governo em parceria com a mídia deve disponibilizar cursos online de gestão do dinheiro, com o fito de que população utilize a mídia como ferramenta de educação, e não só como impulsionadora do problema. Mediante a isso, a educação financeira estará pressente na vida da população, e a situação da crise de 29, não voltara a ser realidade.