A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 23/10/2019
Instabilidade, medo e problemas em relacionamentos interpessoais. Essas são preocupações rotineiras na vida de milhões de Brasileiros inadimplentes que bradam por liberdade e poder de compra. Assim, desde as terríveis consequências do descontrole monetário, até os padrões comportamentais que levam ao endividamento, a prestíssima e necessária disciplina monetária escancara a escassez de diálogo sobre planejamento familiar e, ainda, chancela execráveis situações de dependência. Logo, dificultando a vida financeira e pessoal.
A falta de comunicação sobre a necessidade de organização pode custar muito caro a longo prazo. De acordo com uma pesquisa publicada pelo jornal gaúcho Zero Hora, uma das maneiras mais eficazes para o desenvolvimento sustentável de um país é estimular a educação econômica, - área que o currículo didático brasileiro peca muito -.
Ademais, a falta de organização mantém pessoas “reféns” de bancos e serviços de empréstimo de crédito. Segundo escreve o sociólogo Demétrio Magnoli, em sua coluna no jornal O Globo, a maior forma de opressão capitalista é a dívida, que pode destruir sua casa, casamento e família.
Infere-se, pois, que o inestimável e salvador conhecimento sobre finanças (con)clama por uma proveitosa ajuda. Tornam-se necessárias por meio de campanhas educacionais conscientizadoras, feitas em parcerias entre escolas e o governo federal, de modo a reduzir o número de inadimplência no Brasil, com a finalidade de evitar o acelerado crescimento inflacionário. Logo, esquivando-se de possíveis crises econômicas e ajudando a população com uma vida manejável.