A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 29/10/2019
Atualmente, o Brasil sendo a 8° economia mundial, seria racional acreditar que conhece a importância da educação financeira na vida de seus cidadãos. Mas não é o que ocorre na prática, visto que, de acordo com o “site” “Universo Online” (UOL) 62 milhões de brasileiros tinham alguma dívida e com CPF negativado. Nessa perspectiva, há de se enfrentar a falta de interesse público e contigenciamento da população.
Em primeiro análise, deve-se salientar o Governo principal desinteressado em aplicar uma educação financeira na população brasileira. De acordo com o “site” de notícias “Gauchazh”, em 2010, Governo Federal criou a Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), seu objetivo era implementar uma nova matéria colegial que dissertasse sobre o uso do dinheiro, no entanto, não foram todas as escolas que a obtiveram. Segundo Immanuel Kant, o princípio da ética é agir de forma que a ação seja universal, ou seja, para todos.Assim sendo, é necessário o bom senso governamental para que todos tenham acesso a essas aulas e possam ser conscientizados.
Além disso, é necessário apresentar o consumismo exacerbado da nação brasileira, que é visto no percentual de não pagamentos. Segundo uma pesquisa feita pelo “site” jornalístico “G1”, cerca de 22% dos jovens entre 18 a 24 anos estão inadimplentes no Brasil. Nesse contexto, é de grande emergência que haja manisfestação pública-governamental nessa pauta, para que os jovens fiquem sobre controle de seu dinheiro.
Portanto, entendendo-se a política como a supremacia do justo sobre o injusto, é necessário que a justiça e o bem-estar social prevaleçam. Nessa conduta, é dever do Ministério da Educação (MEC) com o auxílio do Governo Federal planejar e por em ação investimentos no Enef, para que esse sistema ajude a manisfestar um melhor futuro dos alunos, a fim de ensinar finanças e a preservação do dinheiro para ter uma melhor utilização e, por conseguinte, diminuir a inadimplência.