A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 29/10/2019
A partir do desenvolvimento do Fordismo nos anos 20, os produtos industrializados reduziram de preço devido à produção em massa, e esse panorama se mantém até hoje. Com isso, pessoas de diferentes classes puderam começar a consumir mais. No entanto, a falta de conhecimento em relação a finanças não possibilita as melhores condições financeiras. Isso é decorrente no Brasil até hoje. Tal fato deve-se à ausência de matérias relacionadas à educação financeira na rede pública de ensino, e à falta de investimentos em educação nas áreas mais periféricas.
A priori, é importante salientar que, uma população que cuida do seu dinheiro, ajuda seu país a crescer. Ao ter noção de organização monetária, o indivíduo se livra de dívidas, ou seja, se torna mais apto a comprar e movimentar o mercado interno nacional. Outrossim, o cidadão pode fazer investimentos em empresas ou títulos de capitalização, que irão render e trazer benefícios para si próprio e também para a nação.
Além disso, o Estado peca em investimentos de infraestrutura, e a educação está inclusa nisso. Em regiões mais deslocadas dos centros, a precariedade, e até mesmo a falta de escolas, é um impasse em relação à implementação de matérias que visam a educação financeira, porque mesmo que sejam implantadas, não contemplarão à todos. Vale ressaltar que essa situação viola a Constituição Federal de 1988, que prevê educação pública e de qualidade para todos como um direito imutável.
Portanto, conhecimento financeiro não melhora apenas o status da população, mas sim de todo o território nacional. Para solucionar tal óbice, o Ministério de Educação e Cultura, deve, a partir da idealização de projetos que envolvam a família e a escola, promover aulas e palestras informativas nas regiões de mais inadimplência para explicar como a organização pode fazer o dinheiro render mais, a fim de, a longo prazo, termos uma população mais eficiente financeiramente.