A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 31/10/2019
Em 1929, ocorreu a Grande Depressão, derivada de um recesso econômico com altas taxas de desemprego e quedas no produto interno bruto de diversos países, o qual representou as falhas do sistema econômico.Contudo, atualmente, escassos governos proporcionam políti-cas eficientes para evitar uma reincidente crise financeira. Diante disso, instruir os cidadãos ao gerenciamento correto de seu dinheiro, proporciona a elevação do IDH e a estabilidade individual do residente na nação.
A priori, cabe ressaltar o meio em que encontra-se a população. Posterior a Guerra Fria, o capitalismo foi aderido por quase todos os países, incluindo o Brasil.Tal fato converge com a estrutura consumista enraizada nos cidadãos, os quais, segundo os dados do Serviço de Prote-ção ao Crédito (SPC Brasil), 41% encontram-se com o CPF negativado ou contas pendentes. Nesse sentido, converte-se fundamental o combate à ideologia tendenciosa, uma vez que esta compromete a integridade do indivíduo, o qual carece de orientação financeira.
A posteriori, a assistência da educação monetária inibe o “encanta-mento” por determinado produto. Dessa maneira, provido de bases racionais para aquisições o cidadão torna-se dificilmente influenciado, e posteriormente, livre de dívidas. Nesse sentido, a economia do país tende a elevar-se, e como consequência a ampliação de investimentos em setores sociais, como a educação, longevidade e empregos. Assim, a política efetiva de gestão financeira oferecida aos sujeitos promove um ciclo harmônico de desenvolvimento.
Portanto, diante da emblemática exposta, transfigura-se notório a relevância da educação financeira na vida do cidadão. Desse modo, cabe ao Governo em consonância ao Ministério da Educação instituir aulas didáticas sobre conduzir, investir e gerenciar o capital desde o primário. Outrossim, compete ao Ministério Público Federal estimular por meio de propagandas que o indivíduo acrescente à sua rotina livros sobre econo-mia. Isto posto, as crises econômicas ficarão apenas nos livros de História.