A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 08/02/2020
Hodiernamente, assuntos com uma vertente relacionada a economia são recorrentes em veículos de comunicação. Entretanto, o financeiro de uma maioria da comunidade do país, encontra-se negativado, ora por falta de planejamento, ora por uma escassez nas políticas de edução das economias pessoais. Desse modo, tal problemática precisa ser liquidada.
Em primeira análise, a personagem Vitória da novela brasileira “Amor de Mãe”, é uma advogada com um bom patrimônio de bens, porém, ao quebrar o contrato com seu chefe, é obrigada a pagar uma multa muito alta, fazendo-a perder quase tudo o que tinha. Análogo a isso, a falta de organização da protagonista, pode ser comparada com a realidade brasileira, já que as grandes filas no chamado Feirão Limpa Nome, com o objetivo de limpar o histórico dos brasileiros endividados, são reflexo de que não há nenhum preparo quando se trata de dinheiro. Assim, fica evidente a necessária dissolução de tal conduta.
Em segunda análise, aproximadamente sessenta e três milhões de pessoas terminaram 2018 com dívidas a serem pagas, no Brasil. Desse modo, existe uma proposta de trazer a educação financeira para as redes de ensino, já que estudos mostraram, que se desde cedo houver esse ensinamento, os riscos dos jovens crescerem e ficarem sendo devedores é menor. Entretanto, grande parte dos milhões negativados são adultos, e portanto essa discussão precisa ser ampliada também aos ambientes de trabalho, para fim de reduzir tais taxas. Fazendo-se mister a reformulação dessa proposta.
Em suma, se fazem imprescindíveis medidas que aleguem a importância da educação financeira na vida dos cidadãos. Logo, com o objetivo de reduzir o número de pessoas que tenham algum tipo de conta a pagar, se torna dever do Estado, especificamente ao Ministério da Economia, e em conjunto com redes privadas, relacionas a economia, promover palestras comunitárias - em espaços públicos - e realizar cursos gratuitos que ensinem a como controlar o capital, e que sejam disponíveis para todas a idades, para assim todos terem direito ao conhecimento desse assunto. Ademais, cabe as diretorias das escolas e aos chefes de trabalho, introduzirem programas e conversas com seus alunos e funcionários, respectivamente, sobre suas finanças para que todos tenham a consciência de como essa incógnita é fundamental no cotidiano, e para ser capaz de tornar-se algo intrínseco ao ser humano. Para consequentemente, traçar uma sociedade emancipada.